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Galera, a partir de hoje, além de debatermos sobre assuntos relacionados ao rock and roll, estou dando início a sessão IN UNION WE STAND, que trará entrevistas com muitas bandas. E inicio essa sessão com a banda paulistana Reviolence.
Lembrando que quem tiver banda de som próprio com algum material lançado e quiser ser entrevistado, basta me enviar o release da banda, com nomes dos integrantes, e nome de todos os trabalhos lançados pela banda, desde cd´s oficiais, dvd´s, ep´s, até demos, splits, compactos, etc para o e-mail: leandromustaine@hotmail.com - E salve o Rock ´n´Roll / Metal Nacional. "In Union We Stand!"._______________________
Por T-Böne 8.
REVIOLENCE
METAL ATÉ O OSSO!
Os paulistanos do Reviolence, bastante conhecidos no cenário nacional e já ganhando espaço em outros países ao redor do globo estão em processo de divulgação de seu novo petardo.
A banda foi formada no ano de 2003, com um som mais calcado no Thrash Metal pelos ex Panzer Édson Graseffi (bateria) e Maurício Cliff (Baixo, que também tocou ao lado de Frank Godszik – ex Kreator, na banda Mystic). No mesmo ano a banda soltou o EP In Pieces, produzido pelo renomado produtor (Heros Trench – guitarrista do Korzus), tendo bastante repercussão no cenário mundial. Tanto que surgiu o convite para participar da coletânea Joining Forces, do selo alemão Hard Earn. Na seqüência a banda lança o primeiro vídeo clipe para a música Zero Of Me. Tal clipe entrou no DVD chileno Mi Extrem Vol. 3 e esse trabalho rendeu muitas resenhas positivas para a banda em todo o mundo, além de serem matérias de capas para algumas revistas e tendo divulgação em algumas rádios americanas.
Em 2005 a banda deu uma pausa em suas atividades, tendo retornado em 2007 já soltando o bem trabalhado EP Violent Phoenix, novamente produzido por Heros Trench, desta vez com a ajuda de Marcello Pompeu (Vocalista do Korzus). Buscando não só o peso tradicional do Thrash Metal, mas inserindo muita melodia ás suas músicas. Para esse trabalho a própria banda produziu seu segundo vídeo clipe para a excelente faixa About Angels And Demons. E com isso o EP foi considerado um dos grandes lançamentos pelos ouvintes da rádio Thrash Unlimited. Dando mais destaque no cenário europeu.
Em novembro de 2009 a banda entra em estúdio para a gravação de seu primeiro full-lenght, intitulado Modern Beast, e já com uma nova formação que, além de Edson e Maurício, conta também com Guilherme Spilack (guitarras) e o estreante Rod Starscream (vocais). O álbum teve a produção de Mauro Juliany (que também havia trabalhado com o Panzer) e foi lançado em março desse ano pela Marquee Records. Incorporando agora, influências do Metal Tradicional, ao seu som já característico.
Confiram a seguir a entrevista com Edson Graseffi e Maurício Cliff, e saiba detalhes deste novo lançamento. “Metal To The Bones!”
SRR: Este ano a banda está completando 7 anos de atividades, como vocês comparam o início da banda com o atual momento a qual estão passando?
Edson: E aí? Antes de mais nada quero agradecer o espaço que você esta nos dando para falar sobre a banda e nosso novo CD.
Bem, o inicio da banda foi um momento onde era necessário achar as pessoas certas, onde nós tínhamos que provar o contrário para todos. Mostrar uma banda nova surgindo como algo sério.
Hoje, depois dos 2 Ep´s, com o CD lançado e com todo esse respaldo que a mídia vem dando para a gente, a situação mudou - as pessoas que passaram a nos procurar, interessadas em nossa música, a venda do CD está provando isso. Temos uma situação estável com a formação também, que nos dá segurança para seguir com os projetos futuros.
SRR: Essa pergunta é de praxe. Quais são as influências da banda?
Edson: Realmente é de praxe (risos). Tudo que ouvimos durante nossas vidas esta na nossa musica, sempre fomos ligados a musica pesada, absorvendo sempre novas idéias, o estilo do Reviolence é um misto de tudo isso e muito tempo de estrada dos integrantes também.
Cliff: Crescemos ouvindo rock, metal. Acho que esta é nossa pegada, podemos citar várias bandas como influências, mas dizemos que nossa influência maior é o metal mesmo!
SRR: Vocês passaram por algumas mudanças no line-up, e hoje a banda conta somente com o guitarrista Guilherme Spilak. No EP Violent Phoenix, dava pra perceber um grande trabalho em cima de duas guitarras. Essa nova formação tende a explorar daqui por diante este novo formato, dando ênfase as linhas de baixo, ou é uma situação apenas temporária?
Cliff: Sim, vamos realmente explorar este novo formato, mesmo porque o Guilherme e eu já estamos muito ligados um no outro. Quando o Crestana saiu (o outro Guitarrista da formação do EP) nós realmente pensamos em procurar outro guitarrista para continuar o trabalho, mas quando começamos a tocar somente eu e o Guilherme, percebemos que poderíamos seguir em frente sem precisar colocar outro guitarrista. E claro, fomos adaptando as músicas do EP somente para uma guitarra. E isto ficou claro nos ensaios que estávamos muito entrosados e decidimos seguir em frente.
SRR: O que viria a ser o significado por trás do título Violent Phoenix?
Edson: Existe uma história longa e obscura até agora por trás dessa música. Ela foi a primeira letra que escrevi pensando em um novo trabalho. Eu havia passado por momentos difíceis em vários sentidos, a banda tinha se desmantelado de forma traumática para mim e logo em seguida tive problemas no meu joelho direito, que me impossibilitou de tocar durante um ano.
Passei todo este período freqüentando fisioterapia e médicos e afastado da cena musical. Quando consegui me recuperar liguei para o Cliff e remontamos juntos a banda. Foi nesse momento que escrevi Violent Phoenix. Todos sabem que a Fênix é um ser mitológico que renasce das cinzas, então essa musica foi a forma de gritar para o mundo: “Estamos de volta!” – “Estou de volta”! Agora somos nós que mandamos!
Foi assim que surgiu Violent Phoenix. A capa do EP mostra meio que isso - O figura lá com dois “Machie Guns” chegando para fuder tudo. (risos)
O legal de tudo isso foi achar essa letra no profile de muitos headbangers na internet, naqueles textos iniciais que as pessoas colocam para ilustrar a si próprios, fico feliz que muita gente tenha se identificado com essa letra.
SR: Este EP é constituído de apenas 4 belas faixas. O que faz com que os fãs fiquem sedentos por material novo. Foi uma estratégia intencional?
Edson: Não. Era apenas o que tínhamos na mão naquele momento, a banda precisava aparecer logo, então gravamos as 4 faixas.
Cliff: É e como você citou, foi como um aperitivo, e foi ótimo para colocar o nome da banda na cena.
SRR: Nele consta uma faixa instrumental, The Anunciation,que apesar de ter um tempo de duração bem curto, lembra o que bandas como Metallica e Testament costumavam fazer no início de suas carreiras. É um diferencial nos dias de hoje resgatar esse tipo de música?
Edson: Cara... Você matou a charada! Eu havia pedido para o Guilherme compor alguma coisa que tivesse cara daquelas “intros” do Testament. Foi exatamente isso!
Cliff: Lembro que quando comprei o Screaming For Vengeance do Judas Priest, escutei a The Hellion que abre o álbum como uma introdução para o que vem depois. Isto fica muito legal e o Edão teve esta idéia. O Guilherme fez e colocamos um nome na faixa, como uma introdução para o que vem depois.
SRR: Há de se destacar também a produção que está bem cristalina. Ficou da forma como vocês queriam?
Cliff: Sim, pensamos que se fosse para colocar algo no mercado sem uma produção boa, não valeria a pena simplesmente gravar, teria que ter algo realmente com pegada. A produção do Pompeu e do Heros, do Mr. Som, que falam a mesma língua facilitou em muito o trabalho.
SRR: Como foi a repercussão de Violent Phoenix?
Cliff: A repercussão foi ótima, colocamos a banda novamente na cena, tivemos muitas resenhas falando muito bem do EP. Revistas especializadas, sites, blogs, elogiaram muito o nosso trabalho. E com este EP nós conquistamos por votos um dos melhores lançamentos de 2008 no site americano Thrash Unlimited.
SRR: Vocês acabam de lançar o álbum Modern Beast. O que vem a ser a “Besta Moderna” a qual vocês se referem? Teria alguma relação com o avanço da tecnologia?
Edson: Na verdade a “Besta Moderna” é aquele tipo de pessoa que pensa apenas em si mesmo, dando um grande “foda-se” para os outros, não necessariamente pensando em dinheiro.
Eu vejo que a cidade está tomada de uma grande falta de respeito pelo ser humano, isso é mostrado todos os dias por gente de todas as idades, classes sociais e credos.
Onde não há respeito, não há limites. É a grande doença da humanidade - o egoísmo. É o diabo moderno que circula entre nós.
Cliff: Se você reparar na capa do álbum, a besta moderna é o próprio homem,
SRR: Nesse novo trabalho, que é na verdade o primeiro Full-lenght da banda percebe-se uma evolução musical num curto período de tempo, desde o lançamento do EP. Nota-se que vocês inseriram uma pegada mais voltada ao Heavy Metal Tradicional em cima do peso já característico do Reviolence. A que se deve essa evolução?
Cliff: Bem notado esta característica. Quer dizer, compusemos as músicas naturalmente, claro que isto juntamente com o vocal do Rod, acabou caracterizando a música do Reviolence mais voltada para o metal tradicional. Inclusive costumamos dizer que fazemos um Heavy Thrash. Algo como você citou Heavy Metal Tradicional com uma pitada de Thrash.
SRR: Essa evolução é uma tendência daqui para frente? E de que forma evoluir sem perder as características da banda?
Edson: Esse é o grande desafio agora!! Sempre fazer um segundo ou terceiro disco é desafiador por isso. Você tem que soar novo, sem perder o que te trouxe até ali, porque as pessoas esperam ouvir aquilo de você.
Mas nós trabalhamos sempre focados no som que curtimos que é o som tradicional, seja ele Heavy Metal ou Thrash Metal... E acredito que sempre soaremos assim, independentes da evolução natural.
SRR: Antes do lançamento de Modern Beast, vocês disponibilizaram para download o single de Warning Hell, que já dava uma previa do que viria pela frente. Como foi a aceitação por parte do público?
Edson: Foi ótima, houve muitos downloads nos poucos dias que disponibilizamos ele, além de muitas Web Radios começarem a rodar a música. Nesse caso sempre destaco a Radio Shock Box que vem nos dando total apoio desde o lançamento deste single.
SRR: Outro detalhe muito interessante no Reviolence é a importância que a banda dá á melodia das guitarras. Tendo em vista que muitas bandas atualmente não dão mais tanta atenção para solos e melodias, deixando o som mais cru, baixando a afinação. Vocês analisam da mesma forma essa importância ás seis cordas?
Edson: Pô cara, guitarra é tudo dentro do som pesado, é dela que parte tudo. Se você baixar demais a afinação, claro que dentro do estilo que tocamos você perde a característica “cortante” das bases, aquele lance que os álbuns do Judas Priest traziam nos anos 80.
Tentamos manter isso, é nossa essência!
Cliff: É como falo, a intenção é o seu som. Cada banda tem suas características, não vamos fazer músicas com baixa afinação só porque tem uma tendência, fazemos o que vemos que realmente fica legal ao trabalho do Reviolence.
SRR: O slogan da banda “Metal To The Bones” representa bem a atitude do Reviolence! Aquela coisa de acreditar até o fim nos princípios sem se vender aos modismos que sempre permeiam por aí. O que vocês almejam enquanto o Reviolence estiver na batalha, assim como muitas outras bandas que acreditam nesses mesmos princípios?
Edson: Olha... Esse lance de “Metal To The bones” veio de uma revista francesa. O cara dizia que o Reviolence estava trazendo de volta o espírito do Heavy Metal. Que era Metal até o osso!!
É bem isso mesmo, é uma questão de acreditar no que se faz, acredito que quem trampa sério, sem pilantragem, sendo honesto com seu som consegue seu lugar ao sol, isso serve para todas as bandas que tem um trabalho sério por ai.
SRR: Nesse novo álbum vocês contaram com a produção do produtor Mauro Juliany. Porque resolveram mudar já que os dois primeiros trabalhos ficaram a cargo do experiente Heros Trench?
Cliff: Na verdade o Mauro já havia trabalhado em álbuns do Panzer, ele foi o produtor do Strongest. E fez um ótimo trabalho. No Mr. Som teríamos que esperar por mais alguns meses para começarmos a trabalhar o álbum, então pensamos no Mauro, conversamos com ele, e concluímos que iria ser mais viável ter ele como produtor.
SRR: Para o lançamento do álbum Modern Beast, vocês assinaram com a Marquee Records, de que forma eles vêm trabalhando para a divulgação do álbum, e em que países está sendo lançado?
Edson: Além do Brasil está sendo distribuído nos EUA, Alemanha, Japão, Canadá e México. O CD acabou de sair, então não posso te falar como esta o trabalho lá fora, porque ele começou a ser feito, acredito que vamos ter uma noção mais concreta disso tudo daqui alguns meses.
SRR: Vocês têm obtido uma grande resposta dos veículos especializados em Metal no mundo todo. Como tem sido a resposta por parte do público em outros países?
Cliff: O Ep teve uma ótima repercussão no mundo. Agora o Modern Beast está começando a ser distribuído lá fora. Como o Edson falou, teremos mais noção daqui a alguns meses. Mas pela divulgação do single Warning Hell, a liberação de algumas faixas no myspace, estamos tendo ótimos comentários de fãs da Europa, EUA e até Japão. Estamos tendo uma idéia do que esta por vir.
SRR: Faz muito tempo que em nosso cenário nacional, os bares têm dado muito mais espaço a essa enxurrada de bandas covers, tendo em vista que o público brasileiro pegou essa “doença” de só assimilar a cópia, tornando-se então um círculo vicioso. Qual a fórmula para mudar essa situação?
Cliff: Bom , fórmula não tem, tem é que ser raçudo! Estou dizendo isto, pois no nosso lançamento do álbum no Manifesto Rock Bar, conseguimos colocar um ótimo número de pessoas no bar. Isto foi muito satisfatório para nós. Estava lotado o bar. Então claro que se houver vontade das bandas, casas de shows e mais união, podemos reverter esta situação.
SRR: Para manter a tradição de cada lançamento do Reviolence, há a intenção de lançar um novo videoclipe?
Edson: Eu não havia pensado nisso (risos). Realmente está se tornando uma tradição esse lance do vídeo ligado ao lançamento. Cara, o primeiro vídeo foi obra do meu amigão Cláudio Tibérius, vídeo-maker que fez clipes de varias outras bandas.
É um trabalho muito bacana de edição, ele é um mestre no que faz.
O segundo vídeo foi uma aventura maluca minha de editar um vídeo, eu tinha um material restrito na mão, mas acho que consegui um resultado satisfatório. Mas como eu disse, foi uma aventura da banda produzir aquele vídeo.
Para o vídeo que estamos planejando, estamos trazendo para o projeto novamente meu amigo Claudio Tibérius, que está envolvido no lance do vídeo da música Modern Beast, que deve vai sair este ano.
SRR: Vocês já passaram por muitas bandas até chegar ao Reviolence, e não desistiram dos seus ideais. É metal até o osso então?
Edson: O Metal é o osso, é o corpo, o espírito de toda a vida, não tenho como deixar isto para trás e viver um vida sem música ao meu redor... Então posso te garantir que o Metal é até o osso!!! (risos)
Cliff: Como você citou, tenho muitos amigos com quem eu já toquei que nem tocar estão mais tocando. E eu já sei que não tenho mais cura. (risos)
SRR: Falando em cenário nacional, que bandas vocês destacam para a galera ficar atenta? E como enxergam esse cenário nos dias atuais?
Edson: Tem uma banda que admiro muito pela garra no palco e pela garra do seu vocalista de manter a banda viva - É o Attack Force da cidade de Atibaia. Eles acabaram de gravar o CD, que foi produzido pelo Heros Trench. Podem esperar uma grande banda com um grande frontman surgindo aqui em breve. É o tipo de coisa que só o interior de SP consegue produzir.
Cliff: Tenho acompanhado o trabalho do Farscape (RJ) e tenho uma puta admiração pelo trabalho dos caras.Quanto ao cenário, eu espero que tenha mais união e respeito.
SRR: Quais são os novos projetos do Reviolence após o lançamento de Modern Beast?
Edson: Como eu disse, estamos trabalhando no projeto do vídeo clipe e já estamos compondo o segundo CD, estamos fazendo contato com Bookmakers fora do Brasil também, mas é algo a ser feito com calma.
SRR: Obrigado pela entrevista. Desejo muito sucesso e sorte para vocês e sempre que quiserem dar alguma novidade para galera, saibam que já têm espaço garantido aqui no SUBSTÂNCIAS DO ROCK AND ROLL e estamos juntos! “Metal to the Bones!”. Se quiserem podem deixar uma mensagem para a galera e suas considerações finais.
Edson: Eu é que agradeço ao espaço aberto para a banda falar do novo álbum, valeu!!
Cliff: Agradeço ao “Sr.” T-Böne pela oportunidade de divulgarmos o Reviolence, muito legal esta sua atitude em criar mais um meio de divulgação para bandas, e mais, sem preconceito! Parabéns a todos and let’s rock!!!
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Discografia:
InPieces (EP) - 2003
Joining forces (coletânea ) - 2004- selo Hard Earn – Alemanha
Violent Phoenix (EP) - 2008
Warning Hell (Single) - 2009
Modern Beast (CD) - 2010- Selo Marquee Records- Brasil
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Cinco melhores álbuns segundo Cliff:
Kiss – Rock And Roll Over
Black Sabbath – Master of Reality
Judas Priest – Screaming For Vengeance
Metallica – Kill ´em All
Motörhead - Overkill
Cinco álbuns segundo Edson
Exodus – Bonded by Blood
Testament – The Gathering
Metallica – Master of Puppets
Iron Maiden – Powerslave
Judas Priest – Screaming for Vengeance
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Contatos:
Site Oficial: http://www.reviolencemetal.com
Myspace: http://www.myspace.com/reviolence
Reverbnation: http://www.reverbnation.com/reviolence
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E-mail: reviolence@reviolencemetal.com
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